DEFESA DO CONTRIBUINTE EM AUTUAÇÃO FISCAL

Manual de Defesa Tributária

 

 

Manual prático e teórico sobre defesa administrativa tributária, incluindo procedimentos de como atender à fiscalização

Linguagem acessível - conteúdo atualizável. Abrange orientações de como fazer uma defesa fiscal administrativa, no âmbito da Receita Federal

Contém modelos de impugnação!

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 Sumário da obra

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Autor: Paulo Henrique Teixeira

SUMÁRIO DA OBRA

DEFENDENDO-SE DO LEÃO – ATENDIMENTO A FISCALIZAÇÃO E DEFESA DE AUTO DE INFRAÇÃO DA RECEITA FEDERAL

 

1.FISCALIZAÇÃO NA EMPRESA

      A Fiscalização

           Definição, objetivo e conflitos

           Estado de Direito

     Fiscalização – regras CTN

           Regras aplicáveis a todas as fiscalizações

           Poder de Polícia

                 Regras Gerais do Direito Administrativo

           Súmulas do STF

 

2. COMO ATENDER A FISCALIZAÇÃO

           Centralização do atendimento em uma pessoa

           Em hipótese alguma o fiscal deve ser atendido pelo sócio

O Agente Fiscal deve apresentar Mandado de Procedimento Fiscal  - MPF ou documento equivalente

Verificação da autenticidade do MPF

Competência para a emissão

Prazo de validade

Extinção

Conteúdo e abrangência

Identificação e checagem do Fiscal

Abuso de Poder no início da fiscalização

Entrega de documentos e prazos

           Livros exigidos pelo fisco: obrigatórios e facultativos

     Documentos exigidos pelo fisco: obrigatórios e facultativos

     Condutas irregulares da autoridade fiscal

     Cuidados com Informações e esclarecimentos prestados ao fisco

     Obstrução ao trabalho da fiscalização

     Poderes da fiscalização

     Fiscalização Eletrônica - SRF

 

Conclusões sobre a Ação Fiscal

 

      Portaria RFB 10875/2007 - Disciplina o processo administrativo fiscal relativo às contribuições sociais de que tratam os arts. 2º e 3º da Lei nº 11.457, de 16 de março de 2007.

 

3. FASES DO PROCESSO DE IMPUGNAÇÃO FISCAL

 

     1ª Instância – Delegacia da Receita Federal de Julgamento

       Composição e Funcionamento da Delegacia de Julgamento da RF

     

    2ª Instância – Conselho de Contribuintes

      Considerações Iniciais

Composição do Conselho de Contribuintes

Matérias a serem julgadas no 1º Conselho de Contribuintes

Matérias a serem julgadas no 2º Conselho de Contribuintes

Matérias a serem julgadas no 3º Conselho de Contribuintes

Considerações gerais sobre a composição do Conselho de Contribuintes

      Criação de novas turmas em caráter temporário

 

    3ª Instância – Câmara Superior de Recursos Fiscais - CSRF

      Considerações

      Composição da Câmara Superior de Recursos Fiscais

 

4. CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPUGNAÇÃO ADMINISTRATIVA

 

Princípios admitidos no Processo Administrativo Fiscal

Impugnação Fiscal

O Auto de Infração

Requisitos para impugnação (defesa) do Auto de Infração

Modelo de Defesa/impugnação Administrativa

Manifestação de inconformidade

 

5. 1ª INSTÂNCIA – (Delegacia de Julgamento da Receita Federal)

 

Nulidade do Auto de Infração

Julgamento do mérito

Provas

  Elementos da prova

  Finalidades da prova

  Classificação das provas

  Ônus da prova

  Inversão do ônus da prova

  A prova e a contabilidade

  Conclusão

Perícia e Diligências

- Vantagens e desvantagens

Revelia

Prazos de 1º Instância

Outros aspectos a serem considerados

Requisitos e conteúdo do julgamento de 1ª Instância

Efeitos da decisão de 1ª Instância

Recursos à decisão de 1ª Instância

Redução da multa pelo pagamento/parcelamento do Auto de Infração e/ou na decisão da 1ª Instância

 

6. 2ª INSTÂNCIA – Conselhos de Contribuintes

 

Considerações Iniciais

Modelo de Recurso Voluntário

Decisão do Conselho de Contribuintes

Recursos contra decisão do Conselho de Contribuintes

Efeitos da decisão da 2ª Instância (Conselho de Contribuintes)

Considerações sobre o Conselho de Contribuintes

 

7. 3ª INSTÂNCIA - CÂMARA SUPERIOR  DE RECURSOS FISCAIS - CSRF

 

8. SÚMULAS DO CARF e CSRF

 

9. ASSUNTOS DIVERSOS E ACÓRDÃOS

      Competência para declarar Inconstitucionalidade

      Exigibilidade Suspensa

      Decisões do Supremo Tribunal Federal devem ser acatadas pelo julgador

      Mesmo Objeto Administrativo e Judicial

Fazenda Nacional não pode recorrer quando decisão 2ª Instância for por unanimidade de votos

      Mérito não analisado

      Não provada divergência

      Perda do Prazo – recurso fora do prazo  - não conhecimento

      Perda do Objeto pelo pagamento do Tributo

Decisão de 1ª Instância é definitiva – quando for contrária ao fisco em valores inferiores a R$ 500.000,00

Acompanhamento pela Coordenação-Geral de Tributação da Receita Federal em processos administrativo-fiscais objeto de recurso aos Conselhos de Contribuintes, igual ou superior a R$ 10.000.000,00  - Portaria  SRF 1.170/2004

Portaria define que fiscal só pode propor ação penal depois do processo administrativo

      Procedimentos da fiscalização para comunicar atos ilícitos ao Ministério Público

      Decadência

      Prescrição

      Matéria preclusa – não questionada

      Declaração de Imposto de Renda

      Arrolamento de bens

      Prova Emprestada

      Dedutibilidade de despesas e custos

      Omissão de Receitas

      Arbitramento do lucro

      Retroatividade Benigna

      Disponibilidade Jurídica

      Subvenções

      Leasing

      Contabilidade como prova

      Recolhimento em bases estimadas

      DCTF

      Sigilo Bancário

      Retenção

      Denúncia Espontânea

      Compensação

      STJ  questiona lei complementar 118/05 e Lei  11.051/04

      Conselho  de Contribuintes afasta multa na falta de provas da intenção de fraudar

Multiplicidade de recursos com fundamento em idêntica questão de direito - Portaria CARF 83/2009

     

10. MULTAS DE LANÇAMENTO DE OFÍCIO – A PARTIR DE 22.01.2007

 

11. O CONTADOR E A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA E CIVIL

 

12. SUSPENSÃO A EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO

 

13. RESPONSABILIDADE DOS SÓCIOS E ADMINISTRADORES

      Sonegação x Inadimplência

      Responsabilidade Tributária

      Limitação da responsabilidade ao capital social da empresa

 

14. PLANEJAMENTO SOCIETÁRIO

      Prévio

      Por ocasião da ocorrência dos fatos

      Evitando a fraude contra credores no planejamento societário

      Proteção dos bens 

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Uma explanação prática e teórica sobre defesa administrativa tributária!

·       Obra teórica e prática. Contém pontos relevantes sobre funcionamento das Câmaras e Conselhos de Contribuintes.

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·       Ideal para contabilistas, advogados e outros profissionais que lidam com questões tributárias nas empresas.

·       Pode ser utilizado pelas empresas em geral como um manual, objetivando treinar seu pessoal no trato com as autoridades fazendárias e  constituir provas por ocasião do lançamento contábil.

- A defesa (impugnação) administrativa de Auto de infração ou notificação fiscal é uma importante ferramenta que o contribuinte possui a seu favor, desde que bem estudada  e feita estrategicamente, no sentido de beneficiar a empresa. A impugnação ao auto de infração pode ser realizada pelo próprio Contribuinte, pelo seu Contador, Administrador, Advogado ou outro profissional com conhecimento do assunto, não há exigência legal da assistência  de um profissional do Direito. 

- A maioria dos contribuintes têm medo e horror a fiscalização, mesmo que levem em ordem os procedimentos administrativos e contábeis da empresa, conforme determina a legislação tributária. Nesta obra, estuda-se noções de como o contribuinte ou sujeito passivo deve se posicionar por ocasião de uma fiscalização federal, efetuar uma defesa e a sistemática do processo administrativo/fiscal.  

- Procedimentos para o atendimento da fiscalização: atitudes que o contribuinte deve manter ao receber o fisco sem receios; quais documentos  e livros que são exigidos por lei e quais são facultativos; evitando a confissão em esclarecimentos solicitados;  trato com documentos que comprometem a empresa; não obstruindo o trabalho da fiscalização; poderes da fiscalização; condutas irregulares de autoridade fiscal. 

- Abrange orientações de como fazer uma defesa fiscal administrativa, no âmbito da Receita Federal.;  os recursos cabíveis em cada instância, requisitos legais e de admissibilidade, prazos, nulidades, mérito, revelia, provas, acórdãos. 

- Considerações sobre as provas  no processo administrativo fiscal: prova direta, indireta, presunção, presunção legal, prova emprestada,  ônus da prova, inversão do ônus da prova e outros assuntos inerentes a prova. 

- Contém pontos relevantes sobre funcionamento dos órgãos de julgamento.

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